sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

by cláudio bettega, em 18.12.2004

Um mar revolto de rosas despetaladas me faz naufragar num sonho de algodão. O riso fácil da frase volátil e a descoberta da rima esperta. Fácil o agudo medo do medo de ser o que se é e o que o poeta quer. Meus olhos querem derramar as lágrimas que meu peito produz em combustão. Quanto mais quero o profundo mais me perco no raso imundo. Quando o homem atingir a liberdade o foco do ator será o grande chamariz. Reponho a falta do amor e carinho com angústia e depressão. Escrevo qualquer merda para refletir a minha perda. Perco qualquer perda para encontrar o meu abrigo. Quero você em beijos e muito sexo, mas também quero ser um grande amigo. Se a tarde anuncia um vento de descompromisso, é porque o bar está aberto e me espera. Se meu olho não te encontra, será que é porque você me desconsidera? Boa noite, texto bobo, boa noite, mundo tolo, bom dia, amor e fé, bom dia, doce mulher.