quarta-feira, 25 de junho de 2008

Quero que entendas, meu amor, que a mim não me interessa tostão, muito menos um rico quinhão; só quero a poesia incrustrada nos genes do espírito celular. Quero a sabedoria envolvendo nossos corpos, nossas almas, nossa lida, nossa vida. Quero o amor perfeito, elevado à condição de, do bolo, o mais nobre confeito. Enfeito-te com palavras, enfeitas-me com beijos e delícias – juntos somos uma troca infinda de delicadas carícias.

by cláudio bettega, em tempos idos